Patrãozinho querido

catrata liberada

A direção do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, formada pelo PSTU/Conlutas e Psol/Intersindical, mostra sua aliança completa com a direita coxinha mais uma vez.

Desde os primeiros coxinhatos, o governo do estado de São Paulo de Geraldo Alckmin (PSDB) vem sendo denunciado por liberar a catraca do metrô e favorecer a direita golpista que sai na rua.

Os grandes “combativos” do PSTU na diretoria do sindicato não abre a boca. Nada é dito contra os tucanos, ou melhor, nada é dito contra o patrão tucano.

A novidade para o coxinhato desse dia 13 de março foi a convocação para horas extras dos funcionários do metrô, a informação é do site da Rede Brasil Atual. Tudo pelo coxinhato.

A direção do sindicato, do PSTU/Conlutas, sequer publicou um panfleto para denunciar o governo tucano.

O comportamento do PSTU/Conlutas no sindicato dos metroviários com o patrão golpista Geraldo Alckmin é bem diferente com relação ao governo de Dilma Rousseff. O PSTU não quer o fora Alckmin, mas quer o fora Dilma.

Dilma não é a patroa dos metroviários, mas assim como os coxinhas fazem ao dizerem “é tudo culpa da Dilma!”, o PSTU também acha que tudo é culpa da presidenta da República.

Assim, “passam um pano” para o patrão Alckmin e se juntam mais uma vez às hordas fascistas que querem derrubar o governo.

CO TV: Feminismo burguês e marxismo

Assista e compartilhe os vídeos da Causa Operária TV

Disponibilizamos aqui, palestra-debate apresentada por Natália Pimenta e Percilliane Marrara, do Coletivo Rosa Luxemburgo, sobre o feminismo burguês e a posição dos marxistas sobre essa questão e o próprio problema da opressão da mulher no capitalismo.

Próxima Análise Política Semanal falará dos atos golpista e antigolpe

Participe das discussões sobre os principais fatos da semana

No próximo sábado, às 10h30, haverá a Análise Política Semanal, apresentada por Rui Costa Pimenta.

O programa irá trazer o debate sobre os rumos do golpe de Estado no Brasil e fará um balanço sobre as duas manifestações; a da esquerda antigolpista e da direita golpista.

Acompanhe a análise presencialmente, na Rua Apotribu, 111, próximo ao metrô saúde; ou pela internet, no canal do Causa Operária TV.

A conspiração: estavam todos no Paraná

No dia 4 de março, quando Moro determinou a “condução coercitiva” de Lula, o objetivo era levá-lo para Curitiba e prendê-lo, assim como fez com centenas de outros.

O que o impediu de fazer isso foi a reação contra sua prisão, que certamente cresceria se ele fosse preso.

Além de ilegal, sua prisão tinha um caráter conspirativo. Tanto era conspirativo que, enquanto Lula foi tirado da cama pela Polícia Federal, em Curitiba todos os interessados na prisão do ex-presidente esperavam no aeroporto.

A imprensa capitalista estava toda lá. Já havia sido avisada da operação. Inclusive virou comentário nas redes sociais o seguinte comentário de Diego Escosteguy, editor-chefe da revista Época, no twitter: “Quase duas da manhã. Poucas horas para uma amanhecer que tem tudo para ser especial, cheio de paz e amor”. E ainda outro: “Vamos observar com atenção as próximas horas. Elas não serão fáceis. Notícias concretas assim que possível…”.

Outra figura conhecida esperava o ex-presidente. Cheio de sorrisos e inclusive soltando fogos (literalmente), o deputado Jair Bolsonaro e seu filho estavam na sede da Polícia Federal de Curitiba, convocando um “foguetaço” para comemorar a prisão de Lula.
Em resumo, todo o monopólio da imprensa capitalista e as principais figuras políticas da direita sabiam da prisão de Lula antes mesmo de ela acontecer. Não há motivo legal nenhum para que eles soubessem da operação, a não ser a tentativa de transformar a prisão de Lula em um espetáculo para a imprensa, o que revela que a medida teve um caráter estritamente político, com o objetivo de criar um fato que levaria a impedir sua candidatura em 2018 e facilitar a derrubada de Dilma Rousseff.

Os cães-guias raivosos, por Laerte Coutinho

Charge publicada originalmente em sua página no Facebook.