Brasil e Alemanha: “eles” conseguiram… e agora?

A derrota esmagadora da seleção brasileira aconteceu muito tempo antes deste fatídico 8 de julho no Mineirão.
Foi preparado pela direita nacional organizada pelo imperialismo, pelos monopólios capitalistas do esporte, pela imprensa “nacional”(vendida para o capital estrangeiro) e, inclusive pela esquerda pequeno-burguesa que trabalha a serviço da direita como o Psol, o PSTU e outros grupos menores do mesmo quilate.
Acuaram os brasileiros para não torcer pelo Brasil, buscaram de todos os meios desestabilizar o time brasileiro
A seleção foi derrotada pela política, mais precisamente pela pressão política.
Os jogadores brasileiros, todos muito jovens, provavelmente a seleção mais jovem que o Brasil já teve fez o que pode, não pode ser culpada de nada. Foi perseguida pela imprensa, caçada em campo, teve que lutar contra os juízes e todas as tramóias obscuras e não conseguiu. Tiraram da Copa o seu melhor jogador com o apoio cínico da imprensa. Desarticularam o time e a seleção verde amarela lutou como pode até o gol de honra contra a Alemanha no final do jogo. São o retrato do povo brasileiro e da classe trabalhadora da qual vieram: são grandes jogadores, lutaram muito contra tudo e contra todos e foram esmagados e humilhados.
O povo brasileiro que torceu pela seleção brasileira com todo o coração está sofrendo desta mesma humilhação.
Há os chacais, como a direita, que quer agora tirar proveito desta humilhação e desmoralização. Há os pequeno-burgueses de esquerda e de direita que vão festejar a tristeza do povo e a sua humilhação. É o seu ofício, por isso, merecem o justo desprezo do povo. O ódio é reservado à burguesia.
As apostas foram feitas. O jogo bruto de sempre, dentro e fora do campo, atropelou o Brasil, seu futebol e seu povo. Os que esperam ganhar tem que aguardar a reação real do povo a toda a operação política que conduziu o Brasil e seu futebol a um desastre ainda maior do que o de 1950 no Maracanã.
Aos jogadores e ao povo, nossa saudação.

2 Respostas para “Brasil e Alemanha: “eles” conseguiram… e agora?

  1. Essa chopinha está minha delícia de Brrrazil, muita boa esta jogo!
    Na Alemanha não existem negros nativos, nem houve fluxo de escravos por lá, mas em campo tinha um alemão negro.
    Não adianta escolher o time pela cor da pele, nem pela idade, nem pela fama. Parreira, agora o Escolari têm vergonha da cor do time, o Vôlley do Brasil atravessa a mesma crise de negação da raça. Cadê os neguinhos?
    Nem o George Bush que é racista é tão estúpido. Quando lhe perguntaram se gostava dos negros Bush respondeu: só os de uniformes (atletas e soldados) negro não chora como criancinha, porque sua vida é sofrer todos os dias no morro, nas favelas, nas ruas, nas mão da polícia, quando vai conhecer a família da namorada branca, na escola, na delegacia, no emprego e levanta a cabeça e dá porrada na vida. E tome culpa no Fred, enquanto o Brasil dormia o Dirceu fugia…
    Tipo num País cheinho de muleques pés descalços de rua, treinando futebol 20 horas por dia e quando vai formar a selecinha chamam uns burguesinhos sei lá de onde.. nem sabe aproveitar as vantagens comparativas, paizinho racista, elitista e classista demais….

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